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“Bate-papo Profissional: Ensino Superior na Austrália (2ª parte)”

Nesta segunda parte deste novo quadro do Bora Morar Fora chamado “Bate-papo Profissional“, o Marcelo Lusardo, especialista em Ensino Superior na Austrália, fala sobre a relação do ensino com a residência permanente, explica o tempo do processo e responde a diversas perguntas de leitores do Bora Morar Fora sobre este tema.

Se você ainda não viu a primeira parte da entrevista, clique aqui!

Confira abaixo o vídeo do nosso bate-papo sobre Ensino Superior na Austrália!

Se preferir a leitura, sem problemas, abaixo todo o conteúdo e links da nossa conversa sobre Ensino Superior na Austrália.

 

ENSINO SUPERIOR NA AUSTRÁLIA E A RESIDÊNCIA PERMANENTE

Marcelo explica que, entende a ansiedade das pessoas de quererem tirar logo a residência permanente, mas diz que há um processo.

Antes de mais nada, ele ressalta que a pessoa precisa ir para Austrália. E, para Marcelo, o melhor caminho para ter um visto aprovado, e o que dá mais benefícios, é através do Ensino Superior.

Segundo ele, quando uma pessoa vai para fazer uma universidade, o governo australiano olha para o processo com outros olhos.

Além disso, Marcelo diz que os cursos VET, que são cursos vocacionais, não dão muitas vantagens, só prorrogam visto. Ou seja, passado o tempo do visto, é preciso renová-lo e você não terá muita chance para residência.

“Vai passar dois anos aqui na Austrália, quando você vê, acabou e não te deu vantagem nenhuma.”

Bate-papo Profissional: Ensino Superior na Austrália (2ª parte)

DIFERENÇA FINANCEIRA – VET x ENSINO SUPERIOR

Marcelo diz que, fez os cálculos de comparação entre os dois cursos e, em alguns casos, a diferença é de apenas AUD 180 semanais a mais para quem vai fazer Ensino Superior.

No segundo e terceiro semestre, para estes mesmos cursos, a diferença cai para AUD 150 semanais.

Ele explica que, uma super vantagem de fazer o ensino superior e que no último semestre a universidade te coloca para fazer estágio em empresas australianas, o que dá oportunidade de se vincular a elas.

E, como ele já falou anteriormente, após concluir a universidade, é possível entrar com o processo do visto 485, que dá a você a ao seu parceiro a permissão de ficar mais dois anos trabalhando na Austrália por período integral, sem precisar estudar.

Marcelo explica também, que o mestrado só é preciso estudar duas vezes por semana, o que acaba dando uma flexibilidade maior para trabalhar.

CASO DE SUCESSO

O Marcelo é um caso de sucesso.

Ele foi para Austrália com o pacote Inglês mais Ensino Superior sem saber ABSOLUTAMENTE NADA DE INGLÊS. Hoje, está há mais de um ano por lá com a sua família.

Para quem quer saber mais sobre seu processo basta clicar aqui e ver a entrevista que ele deu para o Bora Morar Fora sobre sua vida e processo na Australia.

Segundo ele, é preciso pensar grande, ser dedicado e, acima de tudo, aplicar o TBC, que seria TIRAR A BUNDA DA CADEIRA!

“Entrem em ação, pois a Austrália é o país da oportunidade.”

Bate-papo Profissional: Ensino Superior na Austrália (2ª parte)

TEMPO DE PROCESSO

Marcelo explica que depende muito da pessoa e do pacote que ela vai fazer.

Ele conta que, a partir do momento que a pessoa dá o ok, é preciso:

  • reunir documentos: passaporte e tradução do histórico escolar;
  • fazer a inscrição na universidade para ver se a pessoa será aceita;
  • fazer o “placement test, se aplicável.
  • receber e assinar a carta aceite da universidade;
  • efetuar o pagamento para pegar os números do governo que estão atrelados ao visto.

Por isso, ele explica que o tempo do processo depende, pois há muitos fatores envolvidos.

  • depende da velocidade do tradutor.
  • depende da velocidade em que a pessoa envia os documentos para fazer a inscrição.
  • depende do tempo de resposta da universidade.
  • depende do tempo que a pessoa demora para efetuar o pagamento.

Ele conta que, fazendo rápido os passos acima, leva de dois a três meses para aplicar. Uma vez que aplicou, o governo australiano tem até 72 dias úteis para dar a resposta.

Marcelo explica que, são dois a três meses por conta da carta de intenções. Segundo ele, ela tem que ser muito bem feita, pois tudo que você coloca na carta, você tem comprovar.

“Muitos vistos são negados porque a carta é mal feita.”

Bate-papo Profissional: Ensino Superior na Austrália (2ª parte)

Abaixo, Marcelo respondeu a uma serie de perguntas que foram feitas pelos leitores do Bora Morar Fora.

SENDO RECONHECIDO PELO MEC, VALE QUALQUER DIPLOMA DO BRASIL PARA FAZER O CURSO SUPERIOR NA AUSTRÁLIA?

Marcelo explica que não tem nada haver com o MEC.

Segundo ele, é a universidade australiana que reconhece ou não o seu diploma através do seu histórico escolar.

“Tem casos que aceitam, tem casos que não aceitam.”

Entre alguns dos casos que não foram aceitos, estão o dos tecnólogos (pessoas que fizeram 3 anos de tecnologia da informação). Marcelo explica que, tecnólogos muitas vezes não são reconhecidos como bacharel.

Porém, algumas universidades analisam o histórico e pedem que a pessoa faça apenas mais um semestre na faculdade australiana para concluir a graduação/bacharel antes de começar o mestrado.

“Por isso que eu digo, cada caso é um caso. Depende muito do seguimento.”

Bate-papo Profissional: Ensino Superior na Austrália (2ª parte)

ADVOGADOS PODEM CURSAR O ENSINO SUPERIOR NA AUSTRÁLIA?

Segundo Marcelo, um advogado brasileiro pode fazer, sem problema nenhum, um curso superior na Austrália.

Porém, ele explica que há dois tipos de profissionais que se graduaram em advocacia e que para cada um deles há um tipo de processo.

ADVOGADOS QUE QUEREM CONTINUAR EXERCENDO A ADVOCACIA NA AUSTRÁLIA

Nesse caso, ele diz que é preciso antes reconhecer a profissão através de um “Skill Assessment”.

Que nada mais é do que, entrar com um processo no sindicato de advocacia apresentando os anos de experiência na profissão. Através da documentação, o sindicato fará uma analise do caso.

“Cada sindicato tem os seus requisitos.”

Para reconhecer sua profissão como Gerente de Marketing e Vendas, Marcelo conta que teve que apresentar documentos como:

  • cartas de empresas onde trabalhou;
  • organogramas mostrando sua posição e ocupação dentro da empresa;
  • quantidade de pessoas que gerenciava;
  • entre vários outros.

Ele explica que, essas foram as exigências do sindicato dele, é preciso analisar as exigências do sindicato de advocacia.

ADVOGADOS QUE QUEREM MUDAR DE PROFISSÃO

Marcelo diz que, tem muitos casos e que é totalmente possível.

Ele explicou que, pessoas que se graduaram em Direito podem fazer mestrado ou pós graduação em outros cursos.

“Eu tenho casos de advogadas que estão fazendo Business, de dentistas que estão fazendo contabilidade…”

 

UM ESTUDANTE CONSEGUE SE SUSTENTAR COM O SALÁRIO DE MEIO EXPEDIENTE?

Marcelo explica que sim. Todos os estudantes que ele conhece e que fizeram o processo com ele, trabalham e pagam os estudos com o que ganham trabalhando lá.

Marcelo conta que o tipo de emprego vai depender bastante o nível de inglês e experiência de cada um. Mas, explica que independente do tipo de trabalho, por lá todo mundo ganha bem, o suficiente para viver com dignidade.

Bate-papo Profissional: Ensino Superior na Austrália (2ª parte)

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Caso queira falar com o Marcelo, seguem seus contatos abaixo:

  • Whatsapp: +61 450 165 677
  • E-mail: fmlv75@gmail.com
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