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“Morar em Orlando: Gravidez, Serviços e Super dicas”

Morar em Orlando: Gravidez, Serviços e Super dicas

Nesta continuação do bate-papo com a Aline Pepe, que saiu do Brasil há 3 anos e foi morar em Orlando, nos Estados Unidos, ela vai contar sobre o sistema de saúde americano, como fez para ter seu filho por lá e os perrengues que ela passou para você não cometer os mesmos erros que ela.

Se quiser ver a primeira parte onde ela conta sobre a sua trajetória, as burocracias do seu processo de visto muitas outras dicas para quem quer ir morar pertinho do Mickey, clique aqui!

Confira abaixo o vídeo da nossa entrevista:

Se preferir a leitura, abaixo todo o conteúdo e links da nossa conversa.

 

SERVIÇOS EM ORLANDO

SISTEMA DE SAÚDE

Aline fala, que o sistema de saúde americano é muito caro. Ela recomenda procurá-lo apenas em caso de emergência.

Segundo ela, ainda que você tenha um convênio, na maioria das vezes, eles não cobrem todos os gastos

“De tudo que a gente tem aqui, o sistema de saúde é o que eu menos gosto.”

SUA GRAVIDEZ

Aline explica que, na época de sua gravidez estava sem plano de saúde.

Assim como todas as grávidas, antes de ir ao médico, ela foi à Igreja Batista de Orlando, que presta serviços à comunidade.

“É o primeiro lugar que as pessoas vão quando estão grávidas.”

Ela conta, que foi informada pela diretora do local, que coincidentemente era brasileira, que havia um plano chamado MedicAid.  

Este plano, nada mais é do que um auxílio do governo às gestantes – não só durante a gravidez, mas até dois meses após o nascimento da criança. 

Apesar de não ser gratuito, Aline conta que os valores são bem menores do que os planos normais.

Ela explica que, além de barato, eles são bastante flexíveis quanto ao pagamento, dando, inclusive, a opção de parcelar o valor total. Ou seja, você fica livre para dar a quantia que quiser e puder no momento da consulta.

Morar em Orlando: Gravidez, Serviços e Super dicas

COMPARANDO COM O BRASIL

Aline relata que, em relação ao “custo benefício”, o MedicAid foi muito bom e ela recomenda. Para ela, a parte ruim do processo foi a relação com o obstetra.

Ela explica que nunca teve filhos no Brasil. Porém, de acordo com o que suas amigas descrevem, a interação com os médicos são bem diferentes do que ela vivenciou nos EUA.

Segundo Aline, no Brasil, suas amigas têm o telefone do obstetra para entrar em contato com ele caso sintam qualquer desconforto durante a gestação.

Já Aline não tinha essa liberdade e nem mesmo o número telefone para ligar. Ela conta que, por determinação do médico, só ia ao posto de saúde caso estivesse se sentindo muito mal.

Mas, isso ela associa a cultura dos EUA, e não a um problema do plano de saúde.

“Eu sobrevivi, todo mundo sobrevive a isso”.

HOSPITAL

Aline conta que Luca, seu filho, nasceu no hospital Winnie Palmer.

Ela diz que optou pelo parto normal. Porém, apesar da bolsa ter estourado e sua dilação estar como o previsto, os batimentos do Luca subiam muito a cada contração.

Por essa razão, após 16h em trabalho de parto os médicos decidiram pela cesariana.

Segundo Aline, o procedimento cirúrgico foi ótimo e Luca nasceu super saudável.

Ela conta que amou todos os serviços de lá e recomenda para todas as mulheres que estejam buscando um hospital para ter seus filhos.

Diz, que se sentiu em um hotel 5 estrelas, pois até o chefe de cozinha era renomado e fazia comidas maravilhosas.

“Eu amei ter filho neste hospital…. Pena que me liberaram muito rápido”

Gravidez em Orlando

ALUGUEL DE CASAS EM ORLANDO

Aline explica, que é possível alugar uma casa diretamente com o proprietário ou, em alguns casos, com as administradoras dos condomínios.

Segundo ela, geralmente, as casas vem sem as mobílias, apenas com a cozinha montada e alguns eletrodomésticos como fogão, geladeira, máquina de lavar, entre outros.

Ela informa, também, que geralmente é preciso fazer um adiantamento do valor referente à alguns meses de contrato.

CASAS EM CONDOMÍNIOS

Aline conta que a primeira casa que alugou ficava em um condomínio.

Para ela, a vantagem de ficar em condomínios é que a administradora é responsável por sanar diversos problemas relacionados a manutenção da residência como, por exemplo:

  • Desentupimento de ralo;
  • Troca de lâmpada;
  • Problemas com encanamento;

Segundo ela, a solicitação é muito simples e feita de forma online.

CASAS FORA DE CONDOMÍNIOS

Aline conta que, com a chegada da sua irmã, ela mudou para uma casa maior, com 3 quartos e uma piscina. 

Ela comenta que, diferentemente das casas em condomínios, essa não tem as mesma mordomias em relação a manutenção, mas está em uma casa melhor.

Abaixo, ela cita os valores referentes a sua casa atual:

  • Água: aprox. USD $100;
  • Luz: Entre USD $200 e USD $ 300 – ela explica que o ar condicionado fica ligado direto e, inclusive, é uma recomendação do proprietário;
  • Internet: aprox. USD $150.

A GRANDE VANTAGEM DE MORAR NOS EUA

Para Aline, a grande vantagem de morar nos EUA é a segurança.

Ela conta, que sempre teve diversas razões para querer criar seus filhos por lá, entre elas:

  • Incentivo ao esporte;
  • Possibilidades no futuro;
  • Acesso ao estudo.

Porém, para Aline, nenhuma delas hoje faz mais sentido do que a segurança de sua família.

“Se eu tinha outras respostas elas já acabaram, pois eu só consigo pensar em segurança.”

Apesar de saber que lá também existe violência, ela diz que nada se compara ao que está acontecendo com o Rio de janeiro.

Ela relata que, de um modo geral, se sente mais segura morando por lá.

Morar em Orlando: Gravidez, Serviços e Super dicas

O QUE TERIA FEITO DE DIFERENTE

ALUGAR UM QUARTO NO INÍCIO

Aline conta que, quando foi morar em Orlando, ela e Cesinha, seu marido, decidiram ficar em um apartamento só para eles – tendo de pagar o valor integral do aluguel.

Hoje, ela percebe, que a melhor escolha teria sido alugar um quarto por seis meses até entender melhor a dinâmica local. 

Segundo Aline, a diferença de preço é muito alta:

  • aluguel de um quartoem média de USD $600 a UDS $800;
  • aluguel de uma casa: aprox. USD $1300 (além de água, luz, internet, entre outros).

Para quem pensa em ir para lá, ela indica buscar por informações em grupos do Facebook de aluguel de casas em Orlando, onde os anúncios são, em geral, muito variados e em grande quantidade.

Se quiser saber como Aline fez para alugar sua primeira casa, clique aqui!.

NÃO COMPRAR CARRO COM DESCONHECIDO

Aline explica, que em Orlando é preciso ter carro para se locomover.

Segundo ela, é furada depender de transporte público. Pois os horários dos ônibus são muito espaçados e eles nem sempre passam na hora exata.

“Quem vem a Orlando sabe que não dá para viver sem carro.”

Por essa razão, Aline e Cesinha decidiram comprar um carro.

Ela conta, que foi alertada para não comprar em lugar desconhecido, sem recomendação. Porém, o modelo do carro que Cesinha queria estava saindo bem mais barato em um site que viram na internet, logo, decidiram arriscar.

Assim como no velho ditado, para ela não foi diferente, o barato saiu caro.

Segundo Aline, o carro custou apenas USD $3mil. Porém, cinco dias após a compra o motor estourou.

Ela conta, que voltou a mesma loja para tentar resolver o problema. Mas, para sua surpresa, o vendedor falou que não poderia repor a peça. O máximo que ele poderia fazer era não cobrar pelo valor da instalação.

Ela relata que decidiu comprar um novo motor e pediu para que eles estalassem.

Após dois meses de espera pela peça e alguns dias para instalação, Aline, enfim, pegou o carro.

Segundo ela, apenas 15 dias depois que buscou o carro na loja o motor estourou de novo.

“A gente é idiota, né? A gente sabia que não deveria estar fazendo mas a gente faz.”

FICA A DICA PARA QUEM VAI MORAR EM ORLANDO

Após ficar um tempo sem carro, Aline pesquisou bastante e acabou encontrando o Maurício da empresa Car Point, que é brasileiro.

Ela diz que já comprou dois carro com ele e gostou muito de todo o serviço.

“Ele é ótimo.”

 

Morar em Orlando: Gravidez, Serviços e Super dicas

 

Aline hoje mora onde sempre sonhou e cria seu filho em segurança. E você? Já pensou em morar pertinho do Mickey?

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:: Artigo escrito em colaboração com Wéverton Rodrigues ::

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