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“Vítima da violência no Brasil refaz sua vida no Canadá”

Vítima da violência no Brasil refaz sua vida indo morar no Canadá

O bate-papo de hoje é com a Marfiza Lemos, de 30 anos, que saiu do Rio de Janeiro e foi morar no Canadá, mais especificamente em Niagara Region. Depois de perder seu marido em um assalto no Rio, ela deu a volta por cima e decidiu recomeçar sua vida fora.

Confira abaixo o vídeo da nossa entrevista:

Se preferir a leitura, sem problemas, abaixo todo o conteúdo e links da nossa conversa:

 

COMO ESTAVA A VIDA ANTES DE MORAR FORA?

Marfiza conta que tinha uma vida muito boa e estável. Ela era casada há 6 anos, tinha uma boa casa e trabalhava em uma multinacional.

Porém, no dia 31 de dezembro de 2015, infelizmente, ela explica que passou por uma situação traumática no Rio de Janeiro.

“Para quem conhece, sabe que o Rio de Janeiro é uma cidade muito perigosa.”

Ela conta que, após sofrer uma tentativa de assalto junto a seu marido, ele faleceu com um tiro disparado pelos assaltantes.

Marfiza explica que, tudo mudou em apenas um segundo. E, a partir deste choque, ela começou a refletir melhor sobre sua vida.

“De repente, vem uma coisa que você não tem controle e muda totalmente sua vida.”

Ela conta que iniciou 2016 viúva. Vivendo uma situação completamente diferente e, por isso, tendo que reaprender muita coisa.

PORQUE ESCOLHEU MORAR NO CANADÁ?

Quatro meses depois do ocorrido, Marfiza conta que ainda estava sem saber o que fazer.

“As coisas já não faziam mais sentido para mim.”

Certo dia, ela diz que fez uma oração e ficou se perguntando o que faria de sua vida.

Segundo ela, de repente surgiu a ideia de ir morar no Canadá, pois era um sonho adormecido, de quando ela ainda era solteira.

“Veio na minha cabeça: Vou para o Canadá.”

 

PRIMEIROS PASSOS

Após ter essa idéia tão repentina, Marfiza abriu o computador e jogou no google: “Como ir morar no Canadá?”

Ela conta que clicou no primeiro link que apareceu.

Segundo Marfiza, o link era de uma consultoria chamada Canadá Intercâmbio que, como o próprio nome já diz, é especializada em intercâmbios para o Canadá.

Sua primeira reação foi pegar o telefone e ligar para lá.

O mais engraçado é que, quando foi atendida, ela não tinha a menor ideia do que queria fazer. Ela sabia que queria morar no Canadá, mas como, quando e onde eram “outros quinhentos”.

Débora, a consultora que a atendeu, sugeriu que ela fosse à agência para compreender melhor sua situação e indicar as opções dentro de seu perfil.

Marfiza explica que, coincidentemente, ela estava em casa esse dia e acabou aproveitando a oportunidade para ir lá.

O QUE FAZER NO CANADÁ?

Marfiza relata que chegou na agência e contou toda a sua história para Débora.

A sugestão da consultora foi que ela recomeçasse sua vida fazendo um “College no Canadá.

Segundo Marfiza, a idéia era fazer um curso de Contabilidade por dois anos. Ao final deste período, ela explica que já estaria habilitada a exercer profissionalmente sua função no Canadá.

Marfiza diz que, apesar de ser um projeto muito caro, aos poucos, ela foi amadurecendo a ideia e viu que, se vendesse tudo, conseguiria ir.

“Eu vendi tudo mesmo.”

 

VALOR DO INVESTIMENTO

Abaixo, os valores descritos por Marfiza para embarcar nesta nova fase:

  • Consultoria para fazer o “College“: CAD $500 (aprox. BRL R$ 1.345)
  • Consultoria para o processo do Visto: CAD $300 (aprox. BRL R$ 780)
  • Curso de Contabilidade Geral em Niagara College: CAD $7,5mil pagos por período (aprox. BRL R$ 20mil por período) – ela explica que são apenas dois períodos no ano.

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REQUISITOS PARA FAZER O “COLLEGE” NO CANADÁ

Para fazer o “College” no Canadá, Marfiza conta que é necessário cumprir algumas exigências.

  • Ter dinheiro para investir neste projeto.
  • Tirar a nota mínima exigida pelo seu curso no teste de inglês (IELTS ou no TOFEL).
  • Comprovar que tem o estudo necessário para fazer aquele curso – apresentar seus diplomas e histórico escolar.

Ela diz que recomenda a todos fazerem o processo com uma consultoria.

Segundo Marfiza, hoje, com as informações que temos na internet, é possível fazer tudo sozinho. Porém, se você erra ou esquece de algo importante para o processo, pode acabar perdendo os prazos e, consequentemente, o visto.

“Eu paguei e foi ótimo.”

Marfiza diz, também, que o ideal é buscar uma consultoria boa, pois conhece muita gente que já perdeu dinheiro fechando com agências ruins.

 

DICA PARA QUEM ESTÁ BUSCANDO UMA BOA CONSULTORIA

Ela explica que, apesar de recomendar sua agência, o que conta mesmo é quem está fazendo seu processo.

No caso da Marfiza, a Débora quem a ajudou. Porém, apesar de ainda trabalhar como consultora, ela não está mais na mesma agência.

Para não acabar entrando em uma furada, Marfiza recomenda que você peça ao consultor o contato de outros estudantes que foram através da empresa e ainda estão por lá.

Além de saber sobre a consultoria, Marfiza conta que acabou fazendo verdadeiros amigos que a ajudaram bastante no início de vida fora.

DESAFIOS DURANTE O PROCESSO

Marfiza explica que, até chegar ao Canadá, teve que enfrentar alguns obstáculos.

PROVA DE INGLÊS

O primeiro desafio era fazer um teste de inglês (TOEFL ou IELTS) e conseguir tirar uma nota que a classificasse para entrar no “College.

Marfiza conta que, apesar de ter feito curso de inglês durante um período de sua vida, a prova é difícil e leva um tempo para preparação. Um tempo que ela não tinha.

“Era meu primeiro desafio e eu morria de medo dessa prova.”

Ela diz que toda sua conversa com Débora e sua tomada de decisão ocorreram entre os meses de Abril e Maio de 2016. E o ano letivo no Canadá começa no início de Setembro.

Ou seja, Marfiza tinha apenas 1 mês para se preparar para prova e os outros 2 meses para juntar a papelada, aplicar para o “College” e tirar o visto.

Assim que saiu da consultoria, passou em um curso de inglês para saber se tinha um preparatório para o TOFEL.

Chegando lá, além de se espantar com o preço altíssimo do curso, ela conta que a atendente falou que essa era uma prova muito difícil e precisava de pelo menos 6 meses de preparação.

“Saí arrasada pensando: Nunca vou para o Canadá.”

Chegando em casa, ela pesquisou muito e achou um curso online preparatório para a prova da Fernanda Frattarola que cabia no seu bolso.

Segundo Marfiza, a própria Fernanda recomenda fazer o curso em, pelo menos, 3 meses. Porém, como ela não tinha esse tempo, começou uma jornada de estudo muito intensa e cansativa.

Ela relata que se questionou diversas vezes sobre seu potencial e, por muitas delas, chorou preocupada em não conseguir a nota que precisava. Mas, o resultado foi o melhor possível.

“Fui fazer a prova depois de um mês… Passei!”

PENDÊNCIAS NO BRASIL

Depois de conseguir a nota que precisava, Marfiza diz que fez todo o processo e seu visto saiu a tempo.

Porém, apesar de já ter terminado seu MBA no Brasil, ela explica que ainda faltava fazer uma última prova e apresentar seu TCC (trabalho de conclusão de curso).

Infelizmente, a faculdade havia agendado a avaliação para o meio de Setembro.

Como as aulas do “College” começavam no início deste mesmo mês, ela percebeu que não daria para ir naquele momento.

Apesar de ter ficado chateada, ela explica que foi melhor desta forma. Diz que esse tempo foi bom para fechar um ciclo antes de começar outro.

Marfiza conta que durante esse tempo conseguiu:

  • passar suas atividades para um outro funcionário sem prejudicar a empresa que trabalhava;
  • vender seu carro;
  • finalizar o inventário de seu marido.

“Eu não estava pronta para ir em Setembro.”

 

PORQUE ESCOLHEU MORAR EM NIAGARA?

Marfiza conta que três fatores foram muito importantes nesta decisão.

“COLLEGE”

Sua primeira opção foi ir para Langara, em Vancouver. Mas, eles demoraram dois meses para responder, o que acabou fazendo com que ela buscasse outras opções.

NOVOS AMIGOS

Através da consultoria, Marfiza conheceu a Paula e o Daniel.

Ela conta que eles a ajudaram muito no início. E que a Paula acabou se tornando uma grande amiga, o que acabou afetando sua decisão.

“A gente ficou super amigas.”

CUSTO

Marfiza relata que o principal motivo foi o custo.

Ela explica que conseguiria viver em Vancouver e Toronto, mas ficaria sempre com o dinheiro contado. Em Niagara, ela consegue viver mais folgada e ainda dá para economizar um pouquinho.

“Dava para eu ir para Vancouver, mas eu ficaria ‘apertadona’.”

Marfiza diz que os valores mudam muito de acordo com o “College de sua escolha.. Mas, relata que em Vancouver as acomodações podem chegar a ser o dobro dos valores de Niagara.

ALUGUEL DE APARTAMENTO EM NIAGARA

Se você está indo como Marfiza, com o dinheiro contado, ela indica alugar um quarto.

Ela diz que as casas são muito caras e saem mais ou menos CAD $1.200 por mês, fora as despesas como água, luz e internet.

“Alugar uma casa inteira, esquece! Isso é coisa de gente rica.”

Como foi sozinha, ela disse que só precisava de um quarto para ficar.

PRIMEIRA CASA

Ela conta que a primeira casa ficava em St. Catharines e próxima à um shopping, com três quartos.

Marfiza dividia o espaço com a Paula e mais uma canadense.

Segundo ela, o valor do aluguel era de CAD $500 mensais com internet, luz, água e gás incluídos.

Sua única despesa era com a máquina de lavar e secar que, apesar de ser dentro de casa, tinha que colocar umas moedinhas para funcionar.

SEGUNDA CASA

Depois de um tempo, ela mudou-se para uma região melhor.

Marfiza explica que a nova casa era muito mais bonita e maior. Mas, agora, ela estava dividindo o espaço com mais quatro estudantes canadenses.

Segundo ela, seus gastos eram de CAD $550 mensais, e a casa tinha tudo, inclusive uma lava e seca gratuita.

 

MAIORES DIFICULDADES DE MORAR NO CANADÁ

Marfiza conta que, nos primeiros quatro meses, ela decidiu que não ia trabalhar, mas focaria apenas na adaptação.

Abaixo, algumas das dificuldades que ela conta ter enfrentado até se adaptar.

O FRIO

Marfiza conta que, apesar de gostar do frio, teve que se adaptar ao novo clima.

Ela diz que, com a neve, o chão desliza muito e tem que tomar cuidado. Certo dia, por conta da pressa, acabou escorregando e quase quebrou a perna.

“Não é bom fazer nada com pressa no inverno, porque não dá certo.”

O TRANSPORTE

Marfiza conta que acabou tendo que reaprender a andar de ônibus no Canadá.

Ela explica que, lá, os ônibus são muito pontuais e só passam de 30 em 30 minutos.

Ou seja, se ela perder horário em dia de prova, é bem capaz de não conseguir chegar a tempo de fazer a avaliação.

O INGLÊS

Ela conta que, apesar de ter estudado inglês em um período da sua vida e ter passado na prova do TOEFL, no começo é muito difícil de entender e, até mesmo, bem cansativo.

“É tudo em inglês.. É overdose!”

No começo, o inglês é legal até para praticar. Mas, para quem vai estudar, ela diz que é complicado.

Marfiza fala que é cansativo, pois o estudante precisa:

  • escutar a aula;
  • entender a aula;
  • fazer perguntas se não entender;
  • se fazer entender;

Segundo ela, os professores não têm muita paciência com estrangeiros. Falam que a escolha de ir para o Canadá foi sua e, por isso, você precisa entrar no ritmo.

“Eles falam: você veio estudar aqui, então você precisa se adaptar.”

O CHOQUE CULTURAL

Marfiza disse que ficou com fama de “maluca da limpeza”.

Ela explica que os canadenses acham que os brasileiros são exagerados quando o assunto é limpeza.

Segundo Marfiza, a canadense, que dividiu a casa com ela e com a Paula, achava estranhas algumas rotinas de limpeza que elas tinham, como:

  • Tomar banho todo dia;
  • Escovar os dentes todo dia;
  • Lavar o banheiro uma vez por semana
  • Entre outros citados por ela durante a entrevista.

“Eu e a Paula ficamos com fama de maluca, porque a gente gostava de limpar a casa.”

Além da limpeza, Marfiza conta que teve um choque cultural ao descobrir que os canadenses, geralmente, não falam o que pensam a seu respeito com você, apenas por trás.

Apesar de parecerem muito educados, Marfiza diz que por trás eles fazem questão de expor seus diferentes pontos de vista sobre você para outras pessoas.

“Não vou nem dizer que é falsidade, é uma habilidade que eles têm de controlar o temperamento.”

Marfiza disse que teve esse “baque” na vida profissional, pois descobriu que muitas pessoas que a elogiavam, por trás criticavam seu trabalho.

EMPREGO NO CANADA

Marfiza diz que não teve dificuldades em conseguir emprego, mas explica o porquê.

Apesar de ter um cargo bom no Brasil, ela diz que já estava preparada para recomeçar sua vida e sabia que teria que começar de baixo.

“Aqui eu sou uma estudante, eu vou começar de baixo.”

FEIRA DE EMPREGOS

Marfiza diz que foi a uma feira de emprego em um Resort em Niagara Falls.

Como era sua primeira vez, ela conta que estava sem expectativa nenhuma e que foi simplesmente para entender a dinâmica.

Assim que chegou, acabou sentando para conversar com a gerente de contratações do resort.

“Ela pegou meu currículo e fez a entrevista ali mesmo.”

Segundo Marfiza, a gerente pediu referências de empregos anteriores e, realmente, ligou para cada uma das pessoas que ela informou.

Ao final da entrevista, ela conta que a gerente fez uma brincadeira dizendo que ligaria no dia seguinte e ela, realmente, ligou.

“Você pode começar na segunda feira?”

Marfiza conta que o resort estava abrindo uma nova loja e ela começou com vendas.

O CURRICULO

Ela relata que fez um currículo bem simples.

Não colocou nenhuma universidade e MBA que havia feito no Brasil, apenas que:

  • era estudante do “College da cidade;
  • tinha 10 anos de experiência profissional, mas não entrou em detalhes;
  • estava buscando um emprego de meio período.

Marfiza explica que, quem vai para estudar, só pode trabalhar meio período.

 

RELACIONAMENTO

Marfiza conta que, logo que chegou no canadá, conheceu seu atual marido.

Ela explica que tudo aconteceu muito rápido. Pois, entende que, quando chegou lá, estava aberta a novas experiências.

“A gente entrou em um relacionamento muito forte de duas pessoas que estavam se encontrando no momento certo.”

O fato de não ter amigos e familiares por perto acabou ajudando. Pois, segundo ela, não havia ninguém para dar opinião. Ela, simplesmente, seguiu seu coração e suas vontades.

Marfiza conta que não está tirando a importâncias das pessoas que mais ama, mas diz que foi importante estar sozinha e se permitir ser ela mesma.

O CASAMENTO

Ela conta que encontrou uma pessoa tão intensa quanto ela e, por isso, tudo foi se desenrolando de uma forma muito rápida.

“Eu já estou casada e de papel passado.”

 

PLANOS PARA O FUTURO

Com o rumo que sua experiência tomou, hoje, Marfiza não pretende mais voltar a morar no Brasil.

RESIDENCIA PERMANENTE NO CANADÁ

Apesar de estar casada, ela explica que a residência permanente não é algo automático.

Ela diz que é um processo longo que, hoje, está demorando cerca de um ano.

Marfiza conta que, como ela está estudando e trabalhando no Canadá, ela pode requerer a residência através do “Express Entry”.

Ela conta que o “Express Entry” não tem nada a ver com o casamento. Ele é um sistema de pontos usado pelo governo canadense para convidar estrangeiros a morar no país.

Para “concorrer” ao convite, você precisa atingir uma série de requisitos. A foto abaixo mostra, de forma simples, como é possível adquirir cada pontuação:

Para saber mais sobre o sistema de pontos, acesse ao site da imigração do Canadá clicando aqui!

Marfiza diz que têm pessoas que conseguem fazer o processo do “Express Entry” estando ainda no Brasil. Porém, ter experiências e morar no Canadá aumentam sua pontuação e, com isso, suas chances.

MELHOR FORMA DE IMIGRAR

Marfiza diz que há diversas formas de imigrar. Na sua opinião, a melhor forma é ir em casal, quando não se têm filhos ainda.

Ela explica que, nesta situação, o governo permite que apenas um vá estudar e os dois podem trabalhar. O que vai para estudar pode trabalhar meio período, e o cônjuge pode trabalhar em período integral.

Desta forma, a vida fica financeiramente mais folgada, além de um ter o apoio do outro.

“O que eu fiz foi Kamikaze.”

Marfiza diz que, com o dinheiro que ganha lá, ela consegue pagar todas as suas despesas e ainda conseguiu comprar o carro.

 

DICAS PARA QUEM QUER COMEÇAR AGORA ESSE SONHO

Marfiza aconselha fortemente que você se programe para ir com o todo o dinheiro do “Collegee com um montante para se manter nos primeiros seis meses.

Ela explica que, se você conseguir se programar para ir assim, você não vai passar sufoco.

Marfiza conta que chegou lá no inverno e, nesta época do ano, nem sempre é fácil arrumar emprego. O que pode ser um problema para quem não vai preparado financeiramente.

“Emprego aqui bomba no Verão.”

 

BEST SPOTS EM NIAGARA REGION

Marfiza explica que, Niagara Region é um lugar muito rico e há diversas coisas para fazer. Abaixo, ela deu algumas dicas para quem está indo morar ou visitar o local:

  • Niagara Falls;
  • Niagara on the lake – Old Town;
  • Port Dalhousie;
  • Ir às vinícolas da região.

Para ela, ainda há muito para explorar da região e, até mesmo do canadá, mas aos poucos ela está descobrindo cada cantinho.

 

Vítima da violência no Brasil refaz sua via no Canadá

Como a Marfiza mesmo falou, ela pegou uma situação ruim e a transformou em motivação para realizar seu sonho de ir para o Canadá. E você? Quando vai realizar o seu sonho de morar fora?

“Por tudo que eu vivi era para eu estar deprimida, mas eu encontrei uma motivação tão grande..”

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Quer entrar em contato com a Débora, consultora com quem a Marfiza fez o processo?

  • Telefone Débora: +55 21 97257-3402

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