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Nova Zelandia Viajando em Casal

“DO VISTO DE ESTUDANTE À RESIDÊNCIA PERMANENTE NA NOVA ZELÂNDIA”

Do visto de estudante a residência permanente na Nova Zelândia

O bate-papo de hoje é com a Bruna Facioli que saiu de São Paulo com seu marido, João Vitor, e conquistou a tão sonhada residência permanente na Nova Zelândia. Hoje, ela vai contar para a gente todo seu planejamento e trajetória para chegar aonde chegou.

Confira abaixo o vídeo na íntegra da nossa entrevista:

Se preferir a leitura, segue abaixo um resumo detalhado do nosso bate-papo:

 

O QUE FAZIA ANTES DE MORAR NA NOVA ZELÂNDIA?

Bruna conta que tinha uma vida muito corrida.

Ela acordava cedo, levava 2h para chegar ao trabalho, trabalhava no mínimo 10h por dia e, depois, levava mais 2h para voltar para casa.

Segundo Bruna, ela não tinha muito tempo para ficar com a família, com os amigos e praticar esportes.

“Uma vida muito cotidiana e normal para qualquer paulista.”

 

MOTIVAÇÃO PARA MORAR FORA

Sua grande motivação foi a busca por uma melhor qualidade de vida.

Segundo Bruna, além de querer um estilo de vida em que o trabalho não fosse o centro de tudo, ela conta que estava também buscando mais segurança.

“A gente passou por alguns assaltos e algumas situações ruins devido à falta de segurança… eu coloquei na balança e pensei: isso está valendo a pena ou não está?”

POR QUE ESCOLHEU A NOVA ZELÂNDIA?

Depois de pesquisar muito sobre as possibilidades de residência de todos os países que gostariam de morar, Bruna percebeu que ela e João Vitor teriam mais chances na Nova Zelândia.

Por isso, iniciou um planejamento estratégico para atingir seu objetivo.

PRIMEIRO PASSO

Ela explica que seu primeiro passo depois de definir que iria para Nova Zelândia foi entender melhor suas possibilidades e caminhos através:

 

ESCOLHENDO A MELHOR FORMA DE IR

Bruna conta que decidiu fazer um curso “level 7” em “business”.

O curso level 7 equivale a mais ou menos um curso técnico, ou seja, um ensino um pouco abaixo do nível da graduação.

Escolher essa opção foi estratégico, pois ela conseguiria:

  • os pontos necessários para, no futuro, aplicar para residência permanente;
  • trabalhar em período integral no país após o final do curso.

Para aumentar as chances, Bruna conta que João, seu marido, fez o mesmo processo. Assim, independente de quem conseguisse a residência, o outro poderia ficar como dependente.

“A gente teria chances pelos dois lados.”

PREPARAÇÃO PARA MORAR FORA

Bruna diz que se preparou por dois anos. Afinal, essa não era qualquer mudança.

Abaixo, alguns passos importantes dados por ela para que tudo saísse como o esperado:

  • Fez muitas pesquisas online para entender todas as suas possibilidades.
  • Iniciou uma Pós Graduação específica para dar pontos extras quando fosse aplicar para residência.
  • Planejou-se financeiramente.

 

CUSTOS COM O PROCESSO

Bruna explica que ela e João decidiram juntar 35 mil reais.

Segundo ela, 25 mil foram para pagar todos os custo de sua ida a Nova Zelândia:

  • Curso “level 7” para os dois por um ano;
  • Passagens;
  • Taxas de imigração.

O casal decidiu levar para os custos dos primeiros meses os outros 10 mil, já que, na Nova Zelândia, um estudante estrangeiro pode trabalhar apenas 20h semanais para não atrapalhar o aprendizado.

 

OPEN WORK VISA

Após o término do curso de “Business“, Bruna conta que aplicou para o “Open Work Visa, um visto que lhe dava direito de permanecer e trabalhar em período integral na Nova Zelândia por um ano.

Porém, ela reforça sua dica de se planejar financeiramente, pois um dos pré-requisitos é comprovar renda de 4.200 dólares em conta.

Com este visto em mãos, Bruna explica que você não precisa de uma empresa para te “apoiar” por lá (o famoso “sponsor“). Ele te dá o direito de buscar um emprego, em período integral, durante sua validade.

Para Bruna e João, este foi um dos motivos de ter optado pelo curso “level 7”.

“Se a gente não saísse com a residência, a gente saía com a experiência.”

EMPREGO NA NOVA ZELÂNDIA

Segundo Bruna, por sorte, ela não teve dificuldades para encontrar um trabalho na sua área de atuação.

Assim que terminou o curso, ficou sabendo que havia uma vaga em Marketing na escola em que estudava. Após passar pelo processo seletivo, ela foi aceita e deu início a sua carreira profissional na Nova Zelândia.

Porém, não foi tão rápido assim para o João. Ela explica que ele levou alguns meses até, enfim, encontrar um trabalho em período integral.

DICA PARA QUEM VAI AGORA

Por estar em outro país, é comum perder as referências e ter que recomeçar. Por isso, Bruna dá a dica de socializar e criar novos vínculos.

Desta forma, você pode acabar ajudando ou sendo ajudado por algum amigo ou colega através do bom e velho QI – “quem indica”.

 

A TÃO SONHADA RESIDÊNCIA PERMANENTE NA NOVA ZELÂNDIA

Por ter traçado um caminho de estudo e trabalho coerente com a demanda profissional da Nova Zelândia, Bruna conseguiu aplicar para a residência permanente através do “Skilled Migrant Visa“.

AINDA É POSSÍVEL?

Segundo ela, ainda é possível. Porém, a lista das profissões em demanda no país é atualizada frequentemente.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão, Bruna indica pesquisar para entender se sua área de atuação está na lista e como anda o mercado.

 

DIFICULDADE DE ADAPTAÇÃO

Para Bruna, a maior dificuldade foi falta de rotina devido à quantidade de empregos que tinha no início.

Como só podia trabalhar 20h semanais, não conseguiu achar um emprego fixo e, por isso, teve que recorrer a diversos “mini jobs”.

Em alguns períodos, Bruna conta que trabalhava tanto e em horários tão picados, que não tinha dia livre na semana.

“Todos os dias eu tinha algum trabalho para fazer, mas eram de apenas 3 ou 4 horas.”

 

AQUELA AJUDINHA

Para quem vai agora para a Nova Zelândia,, Bruna indica se preparar mentalmente, pois o início da vida fora não é fácil.

Ela explica que é comum as pessoas passarem por situações diferentes das que estão acostumadas no Brasil, como:

  • trabalhar no que chamamos no Brasil de “subempregos”;
  • dormir pouco;
  • estar longe da família e amigos.

Porém, é importante focar sempre no objetivo principal, pois todas as situações irão te enriquecer muito e, no final, valerá a pena.

“Depois que você pega a residência, você sabe que cada uma dessas situações que você passou fizeram sentido e que não foram à toa.”

Depois de muito planejamento, Bruna e João conseguiram a tão sonhada residência permanente na Nova Zelândia. E você? Quando vai se planejar para conquistar o seu sonho?

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