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“Saindo do mundo corporativo para virar Freelancer”

Saindo do mundo corporativo para virar Freelancer

A entrevista de hoje é com a Debbie Corrano. Ela têm 27 anos, era de São Paulo e, hoje, é “freelancer” e nômade digital. Debbie, é um dos criadores do blog “Pequenos Monstros. Ela já visitou mais de 10 países com seus dois cachorrinhos Lisa e Luca e, hoje, está aqui para contar um pouco para a gente como foi sair do mundo corporativo embarcar em uma nova jornada com “freelancer” mundo a fora.

Dá uma olhada no vídeo da na nossa entrevista abaixo:

 

O QUE FAZIA ANTES DE MORAR FORA?

Antes de morar fora, Debbie trabalhava com Planejamento Digital em uma agência de publicidade.

Foi na Agencia que ela conheceu Felipe Pacheco e, na época, eles começaram a namorar.

 

SENTINDO O GOSTINHO DE MORAR FORA

Por ter juntado uma grana, Debbie conta que ela e Felipe decidiram morar 3 meses nos EUA.

Ela brinca que “trancou a agencia”, pois seus chefes informaram que quando eles retornassem ao Brasil, poderiam voltar a trabalhar por lá.

Saindo do mundo corporativo para virar Freelancer

PRIMEIRO CONTATO COMO FREELANCER

Debbie conta que no meio do caminho o dinheiro acabou. Após um mês de viagem, ela já estava desesperada.

“Quem nunca fez o calculo errado na vida?”

Foi assim que surgiu a ideia de buscar trabalhos como “freelancer“.

Ela explica, que entrou em contato com seus antigos chefes da agencia de publicidade e conseguiu alguns trabalhos remotos.

Debbie diz, que chegou a sonhar com uma vida em que pudesse trabalhar 100% remoto. Mas, como tudo isso aconteceu em 2011, há 6 anos, ela pensava que era muita loucura.

“Na época ainda nem existia esse conceito de trabalhar remoto.”

Depois de uma super experiência e um rombo na conta bancária, eles retornaram ao Brasil.

Ela voltou a trabalhar na agencia e, em paralelo, continuou fazendo alguns trabalhos como “Freela“, pois a dívida era grande.

Debbie conta, que voltar a sua antiga rotina não foi fácil. Ela sentia, que algo estava errado, que a vida não estava passando. Já estava de saco cheio pois nada havia mudado.

Chegou, inclusive, a mudar de emprego. Mas, no final das contas, viu que esse não era o problema e um mês depois, pediu demissão.

Foi a partir disso, que passou a trabalhar em projetos como “Freelancer“.

 

100% FREELANCER

Nos primeiros meses com os trabalhos de freelancer, Debbie conta que só saia de casa para visitar os clientes.

Ela explica, que São Paulo é uma cidade muito grande e para se locomover há muito transito.

Para sair de sua casa, em Santana, e fazer uma reunião de 30min com os clientes em Berrini ou na Faria Lima, demorava cerca de 1h30 para ir e 1h30 para voltar.

Por conta da demora, ela começou a sugerir que os encontros fossem feitos por video conferencia.

No início, ela explica que sentiu uma certa rejeição por parte dos clientes. Mas com o tempo, todos aceitaram e ela passou a trabalhar 100% remoto.

“São Paulo me fez virar nômade digital, pois tudo é tão longe que você não quer sair de casa.”

 

PORQUE MORAR FORA?

Para atender os clientes, Debbie só precisava de seu computador e uma boa internet.

Ela não tinha necessidade de estar fisicamente em lugar específico. Percebeu, que havia conquistado uma liberdade geográfica.

Foi então que começou a se questionar quanto a morar fora e tocar seus projetos remotamente.

“Trabalhar de Santana e trabalhar de Berlin, dá no mesmo né?”

Debbie viu, que poderia transformar seu sonho de morar fora, trabalhando remotamente, em realidade. Mas, para o sonho ficar completo, seus dois cachorrinhos, Lisa e Luca, tinham que ir junto.

Ela conta, que foi um ano de planejamento até, em fim, em Abril de 2014, todos sairem juntos do país.

Saindo do mundo corporativo para virar Freelancer

PRIMEIRO TRABALHO COMO FREELANCER

Debbie explica, que no meio de publicidade é muito importante ter contatos, mas ela não tinha nenhum.

No início, começou a enviar seu currículo para todos as vagas que apareciam. Mesmo se o trabalho não fosse remoto, ela aplicava para vaga e tentava convencer as pessoas de que poderia fazer remotamente.

Não é que deu certo! Ela conseguiu seu primeiro “freela” em uma agencia que nunca havia ouvido falar dela.

Santa determinação!

 

QUALQUER PROFISSÃO PODE SER FREELA?

Debbie conta, que qualquer pessoa de qualquer profissão pode ser “freelancer“.

Ela dá dois exemplos de “freelancer” em diferentes profissões:

  • Médico Cirurgião: o fato dele ser chamado para cirurgias e não ter um cronograma de horários fixo, é uma forma de “freelancer“.
  • Diaristas: trabalham de forma independente, para um cliente específico ou vários clientes.

Em relação a morar fora, Debbie explica que é preciso entender o que dentro de cada trabalho pode ser feito remotamente, ao invés de ficar 8h trabalhando em um emprego fixo.

“Depende do contrato que você faz.”

Saindo do mundo corporativo para virar Freelancer

 Estão gostando do bate papo? A entrevista com a Debbie não parou por ai não. Vai lá e curti nossa página do Bora Morar Fora no Facebook e se inscrever no Canal do Youtube para ser avisado assim que sairem as próximas partes. =)

Nas próximas entrevistas, essa menina talentosíssima dá diversas dicas para quem quer se tornar um Freelancer e atingir a tão sonhada estabilidade financeira para viajar pelo mundo trabalhando remotamente.

 


Sequência de entrevistas da Debbie Corrano para o Bora Morar Fora:


 

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