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África do Sul Viajando em Família

“Tudo que você precisa saber para ir morar na África do Sul”

Bora Morar Fora

Hoje conversei com o Eduardo Shimahara, mais conhecido como Shima. Um ser humano incrível que, particularmente, admiro muito! Ele emprestou um pouquinho do seu tempo para contar para a gente como é morar na África do Sul, seu processo, dificuldades e realizações neste país incrível onde triplicou sua qualidade de vida e reduziu seus gastos.

Ele tem 45 anos, é paulistano, e está há 5 anos vivendo na Cidade do Cabo com sua mulher, Tatiana, e seus dois filhos Zoe, de 9 anos, e Elliot, de 10 meses.

Dá uma olhada no vídeo da na nossa entrevista abaixo:

 

O QUE FAZIA ANTES DE MORAR FORA

Profissão

Shima conta que sua vida estava incrível. Ressalta que tomar uma decisão de mudança quando os tempos estão difíceis é mais fácil. Ele tinha um super emprego, era executivo do Ânima, um dos maiores grupos de educação do Brasil. Tinha bastante flexibilidade e liberdade, trabalhava entre amigos. Amava sua segunda-feira.

“Se você não gosta da sua segunda-feira há algo errado”

Família

Na época sua filha, Zoe, tinha apenas 4 anos e ele explica que a língua base dela já era o inglês devido a duas outras experiências que ele teve morando fora:

  • Trabalhou 2 anos na França em uma multinacional.
  • Morou 1 ano nos Estados Unidos

Zoe passou apenas o primeiro ano de sua vida no Brasil, por isso para ela foi uma transição relativamente fácil.

Um cuidado super legal que Shima e Tatiana tiveram foi o de buscar uma escola com uma linha pedagógica semelhante a que ela levava Estados Unidos. Isso facilitou com que a adaptação fosse ainda mais tranquila. =)

 

PORQUE MORAR NA ÁFRICA DO SUL?

Seu gatilho partiu de sua mulher, que é bióloga marinha e na época sentiu que o Brasil não estava legal para essa profissão. Tatiana percebeu que o Brasil não leva a parte ambiental tão a sério e por isso havia pouca oportunidade no mercado.

Segundo ele, nunca havia pisado em solo africano, o que foi um super desafio ter ido direto morar lá sem conhecer!

 

Bora Morar Fora

 

PRIMEIROS PASSOS

Shima explica que o primeiro passo para ir morar na África do Sul, e o mais difícil, foi o de sair do trabalho pois estava muito envolvido e feliz junto ao grupo de educação.

“Eu estava com um super emprego, super salário, super condições”

Já o segundo passo foi se livrar de tudo sem olhar para trás. Eles não deixaram absolutamente nada pensando em retornar ao Brasil. Venderam casa, carro, tudo que tinham para começar essa nova jornada.

“foi literalmente virar uma página”

Shima conta que o terceiro passo foi o de pesquisar sobre a África do Sul para entender melhor sobre o país e suas possibilidades. Durante suas pesquisas decidiu fazer um mestrado, para a partir disso criar conexões com outras pessoas e entidades.

 

COMO FOI O PROCESSO ATÉ CHEGAR NA ÁFRICA DO SUL?

Diferente das outras experiências morando fora, desta vez ele não conhecia o país, nunca havia pisado em solo africano. Ressalta inclusive que para mudar é preciso sair da zona de conforto e enfrentar os risco. A utopia de ir com tudo programado é muito raro.

Shima explica que quando uma empresa vai contratar um profissional, é muito mais fácil buscar alguém que já está no país. Por isso, quando ele foi para lá não tinha absolutamente nada, nenhuma proposta de emprego.

“Essa história das pessoas quererem primeiro a segurança para depois dar o salto eu acho meio irreal”

Visto de estudante

Ele tirou o visto através do mestrado, mas explica que depois de 2014 a legislação para essas questões mudou radicalmente. Por ter ido antes desta data o processo foi um pouco mais simples.

Shima recebe e-mails de algumas pessoas querendo usar o bom e velho “jeitinho brasileiro” e ir com o visto de estudante para depois trancar a matricula e continuar com o visto. Shima explica que essa forma não funciona, pois há uma serie de condições que devem ser preenchidas, como as citadas abaixo:

  • Pagar o mestrado todo a vista: aproximadamente USD $4.000 por ano;
  • Pagar convênio médico todo a vista: depende do tamanho da família e do tipo de convênio, mas o valor por pessoa é de aproximadamente USD $2.000 por ano.

Em relação ao convênio ele relata que na África do sul é um pouco diferente do Brasil. Lá o convênio funciona muito mais para emergências como acidentes graves e doenças e não da forma assistencialista do Brasil. Uma dor na unha, virose, são tratadas geralmente de forma particular.

Visto de trabalho

Há 4 formas de aplicar para o visto de trabalho na África do Sul segundo o site de imigração sul-africano:

  • Visto geral de trabalho: neste tipo de visto, uma empresa sul-africana contrata um estrangeiro. Em primeiro lugar a organização deve comprovar ao governo que não há profissionais qualificados no país para exercer o cargo. Em segundo, as qualificações do candidato a vaga devem ser analisadas junto as autoridades sul-africanas.
  • Visto de habilidades críticas: existem algumas habilidades e qualificações que são consideradas excepcionais pelo governo sul-africano. Se uma pessoa tiver uma profissão que aparece na lista de habilidades críticas do governo, ela pode automaticamente requerer ao visto. Não há necessidade de ter vinculo ou vaga de emprego em vista. Este visto é válido por 5 anos e tem possíveis extensões.
  • Visto de transferencia entre empresas: este visto é referente a transferencia de um profissional em uma empresa no exterior para sua filial ou subsidiária na África do Sul. Como requisito, o candidato deve ter trabalhado por um período mínimo de 6 meses no escritório estrangeiro da empresa antes de aplicar para mudar e imigrar para a sul-africana.
  • Vistos corporativo: Este tipo de visto é concedido a empresas sul-africanas e permite a elas contratar certo número de profissionais estrangeiros.

Por ser bióloga marinha, Tatiana foi com o visto de habilidades críticas, que segundo ela é uma profissão que além de ter uma demanda muito grande é super respeitada no país.

“De cara ela conseguiu um visto de trabalho de 5 anos”

Bora Morar Fora

 

Visto de Turismo

Shima conta que é importante informar as pessoas que estão indo com esse tipo de visto que não é possível alterar a categoria para a de estudante ou trabalho após chegar a África do Sul.

Ele conhece alguns brasileiros que trabalham ilegal, mas explica que mesmo que uma empresa queira contratar um estrangeiro, ele deve voltar ao país de origem para começar processo do novo visto. Essa foi uma das principais mudanças desde 2014.

Outra mudança pós 2014 foi o valor para empreender no país e assim conseguir o visto de permanência. Ele relata que o valor antes era “x”, e hoje é 10 vezes “x”.

Segundo Shima o fluxo de imigração explodiu em 2014 e para quem estava morando lá isso foi visível. Abaixo algumas das razões para isso ocorrer:

 

MORANDO FORA

Diferente dos outros países que morou, ele disse que na África do Sul não sentiu o preconceito de ser um estrangeiro vindo de um país subdesenvolvido. Lá as pessoas são muito receptivas aos brasileiros.

Maiores dificuldades

Shima fala que o primeiro mês foi uma burocracia muito grande e que, inclusive, pensou em voltar.

“Muitas coisas deram errado neste primeiro momento.”

Em um exemplo ele conta que assim que chegou foi buscar um local para morar. Para se alugar uma casa por lá é preciso informar o número da conta no banco, em contra partida, para ter uma conta no banco é preciso informar o endereço da residência no país. Não tem como não enlouquecer.. rsrsrs =)

Se alguém está nesta situação, ele explica que resolveu esse perrengue com um endosso da universidade informando que ele estava matriculado e que havia pago o curso todo a vista. Com isso foi possível abrir uma conta e a partir daí alugar a casa.

Outra dificuldade, que pode ser um problema para alguns é a necessidade de ter um certo “pé de meia”. É como recomeçar do zero, sem ter referencias, com isso fica mais difícil se engajar em algum projeto ou arranjar um emprego. Neste período ele conta que só via o dinheiro saindo, nada entrando.

Bora Morar Fora

 

Emprego Shima – Educação

Shima conta que tem um modelo de trabalho diferenciado, que funciona devido a ser um empreendedor. Hoje ele tem diversos projetos, abaixo alguns citados por ele durante a entrevista:

  • Dá aulas em diferentes países como Africa do Sul, Suécia, Espanha, Índia, entre outros. Muito por conta do tema de seu mestrado que está diretamente relacionado a influência da alimentação de hoje no mundo. Durante a entrevista ele comenta que colocamos no nosso prato hoje gera mais impacto ao mundo do que qualquer outro segmento.
  • Imersões de escolas brasileiras na África do Sul, como o programa de imersão com a FGV.”O programa é disruptivo, mesclando novos e tradicionais conceitos de sustentabilidade. Para conseguir concentrar tanta história e conteúdo científico em uma única semana na África, as disciplinas foram desenvolvidas para serem oferecidas de maneira dinâmica, dentro e fora de sala de aula.” – texto extraído do site.
  • Criação da South Collective, uma nova plataforma para mais imersões educativas e transformadoras usando o hemisfério sul como uma sala de aula.
  • Consultor na em turismo para pessoas que vão a África do Sul.
  • Um dos Autores do livro “Volta ao mundo em 13 escolas”

“Nem um dia é igual ao outro”

Mas ele conta que não foi fácil. Para começar a estabelecer contatos e ter idéias de projetos levou mais ou menos 2 anos. Ele inclusive diz que vê que somente agora sente que começou a entrar em uma zona relativamente confortável.

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Emprego Tatiana – Bióloga Marinha

Hoje Tatiana trabalha em um projeto de criação de um aplicativo junto a universidade de Cape Town, que envolve pescadores de comunidades pequenas da costa da África do Sul. Já trabalhou também no aquário da cidade e embarcada guiando turistas.

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Gastos

Segundo Shima, desde que ele chegou as coisas mudaram muito. A África do Sul era um país em que ele pagava apenas 25% do total que gastava em São Paulo com uma qualidade de vida três vezes melhor.

“O mundo descobriu Cape Town em 2014”

Desde então a cidade virou um “hit mundial”. Muitos europeus compraram apartamentos por lá para alugar através do “Airbnb” e desde então todos estão com as datas lotadas!

Ele conta que saiu um artigo por lá falando sobre a dificuldade de se conseguir um aluguel de residência a longo prazo. A maior parte dos contratos são feitos entre o mês de Março e Novembro, o resto dos meses o locador faz o apartamento de “Airbnb”.

Shima explica que a cidade ainda é mais barata do que as grandes cidades do Brasil e cita alguns exemplos listados abaixo:

  • Zoe estuda na Waldorf Constantia, segunda melhor escola do país, que de acordo com ele é uma escola de primeiro mundo, que tem uma linha pedagógica incrível. O valor da mensalidade é de R$ 700 (reais)
  • Restaurantes excelentes saem a aproximadamente R$75 reais por pessoa, com pratos e vinho.
  • Aluguel de uma casa em um bom condomínio de dois quartos custa em torno de R$ 3.500 reais

Bora Morar Fora

 

Impostos

Shima conta que em torno de infra estrutura é tudo de primeiríssimo mundo em Cape Town. Abaixo alguns exemplos citados por ele da discrepância do valor dos impostos em relação ao Brasil.

  • Imposto anual automóvel: aqui no Brasil chamado de IPVA, ele explica que paga apenas R$100 reais ao ano.
  • VAT: está em torno de 14%. Ele é o valor do imposto embutido nas mercadorias, o mesmo que o ICMS no brasil.

Violência na cidade

Shima diz que é uma cidade que se bobear é sim assaltado, mas explica ser diferente do Brasil. Lá não há a banalização da violência. Ele conta que quando chegou teve a impressão de estar em uma cidade de primeiro mundo devido a toda infra-estrutura local.

“Parece uma cidade européia”

Por conta disso ele e sua família desligaram o “senso de segurança”. O que geralmente nós brasileiros fazemos quando estamos em um país de primeiro mundo.

Ele tinha uma rotina normal, com costume de trabalhar em casa com as janelas abertas e computadores e outros eletrônicos a mostra em cima da mesa.

Em um determinado sábado arrombaram a porta de sua casa e pediram para que ele, sua mulher e filha deitassem no chão. Ele relata que ninguém estava com arma de fogo, apenas com faca, pedaços de pau.

Eles roubaram tudo que havia na casa. Em questões de minutos havia um esquadrão da polícia em sua residência. Eles tiraram amostras de DNA, fizeram retrato falado, um tenente explicou quais ou próximos passos e também ofereceram apoio psicológico devido ao xoque traumático.

Todo mês o investigador do caso ia lá em casa prestar contas

Shima explica que a história teve um início, meio e fim e se sentiu muito respeitado. A forma com que trataram o caso e a família foi totalmente diferente do que vê acontecer no Brasil. Ficou muito impressionado pela atenção e desfecho do caso.

Ele diz que isso não é comum, foi um caso atípico. No bairro onde moram foi a primeira e única casa em que isso aconteceu.

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Residência permanente

Hoje Shima já terminou o mestrado e está trabalhando em uma proposta de doutorado. Tanto o mestrado quanto o doutorado para ele tem um foco em pesquisa em ação, metodologia que ele descobriu na África do Sul.

A essência desta metodologia não é teórica e sim prática, chamada de “participatory action research” (pesquisa de ação participativa). Onde é realizado de fato um projeto, e durante o processo o estudante deve descrever sobre o que está sendo praticado.

Shima diz que não pretende aplicar para cidadania sul-africana, mas que hoje está em um longo processo de residência permanente.

Assim como em outros países a Africa do Sul prefere os imigrantes que vão contribuir de forma significativa à ampliar a base econômica do país.

O brasileiro que pretende se candidatar a este tipo de licença deve estar dentro de pelo menos uma das categorias abaixo:

  • Estar em posse de uma oferta de trabalho permanente na África do Sul;
  • Ter habilidades e qualificações excepcionais;
  • Ter a pretenção de estabelecer um negócio na África do Sul;
  • Ser aposentado;
  • Ser financeiramente independente;
  • Ser familiar de um cidadão sul-africano ou titular da autorização de residência permanente.

Bora Morar Fora

 

BEST SPOTS EM CAPE TOWN

Há 5 anos morando em Cape Town, cita 3 locais que todos que vão a cidade devem visitar:

  • Water Front: Porto que foi privatizado e lembra bastante São Francisco
  • Subir a Table Mountain: que segundo ele é comparado a ir ao Rio e ir ao Cristo Redentor
  • Ir ao Cabo da boa esperança: fazer o contorno do cabo com calma de carro, o que gasta mais ou menos um dia, é excelente!

Shima conta que já escreveu diferentes posts para blogs brasileiros sobre o que fazer por lá. Abaixo listei alguns super legais que contam bastante sobre suas dicas na cidade:

 

Bora Morar Fora

 

DICA PARA QUEM QUER COMEÇAR AGORA ESSE SONHO

É um país que vale colocar no mapa e investir um tempo não só como turista.

Para quem pretende morar, Shima aconselha passar um mês no país para ver como ele funciona. Vivenciar um pouco do dia a dia antes de mudar de vez.

Outra dica legal é fugir na alta temporada, que segundo ele está infernal. O ideal é ir em “meia temporada”, que seria Abril, Maio, Outubro e Novembro por um tempo.

 

Bora Morar Fora

 

Hoje, o Shima construiu seu espaço em um novo país com qualidade de vida três vezes melhor do que a que ele tinha no Brasil. E você? Quando vai construir o seu?

Se você curtiu essa entrevista, compartilhe nas redes sociais e marque seus amigos. =)

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13 COMMENTS

  • Eduardo Shimahara on junho 12, 2017

    Adorei ter feito parte desta entrevista ! Acho que o mais bacana do BMF é tirar esta cortina de mistério que fica em torno das pessoas que saíram do Brasil por algum motivo. Vai além do glamour das selfies e encara a realidade. O que o novo país tem de bom, ruim, desafios com vistos, etc.
    Obrigado pela iniciativa Taissa !

    Reply
    • boramorarfora on junho 12, 2017

      Shima, foi um prazer enorme ter a sua contribuição no BMF.
      Foi uma entrevista muito esclarecedora e com certeza vai ajudar bastante gente que pensa em morar fora!
      Obrigada pelo tempo e dedicação com nosso propósito e conteúdo.
      Beijos enormes =)

      Reply
  • Maria Aparecida Parelho das Neves on junho 12, 2017

    Boa noite.
    Eu já conhecia o Shima pela internet, tenho seu livro e sou fã dele. Adorei saber mais sobre sua história, é motivador!!!
    Gostei do blog, tenho certeza que está ajudando muito as pessoas a tomarem decisões.
    Obrigada

    Reply
    • boramorarfora on junho 12, 2017

      Olá Maria.. Nossa que legal o seu comentário!
      Fico muito feliz de você ter gostado do blog, espero poder ajudar todos que buscam morar fora.
      O Shima é realmente um ser humano incrível. Tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente e também virei fã! =)
      Muito obrigada.. beijos! =)

      Reply
  • Lilio rodrigues on junho 12, 2017

    Nossa. Post. Maravilhoso, sobre essa cidade que desde dos meu 14anos tenho vontade de conhecer.

    Reply
    • boramorarfora on junho 12, 2017

      Que bom que você gostou Lilio!
      Espero que tenha te encorajado ainda mais. =)

      Reply
  • Marcelo on junho 12, 2017

    Excelente entrevista, parabéns ao dois. Ja conheci alguns países, mas a África do Sul sem dúvida é especial. Acho muito difícil alguém conhecer esse país e nao sentir vontade de morar la, e isso está nos meus planos para 2018

    Reply
    • boramorarfora on junho 12, 2017

      Muito obrigada pelo seu comentário Marcelo.
      Fico muito feliz que você gostou. =)
      E é verdade, a África do Sul é realmente especial.
      Um beijo enorme,
      Taíssa

      Reply
  • Waldemar S. Hamburgo on junho 12, 2017

    Hoje estava pesquisando sobre a África do Sul, e por acaso me deparei com esta entrevista feita em junho com o Eduardo Shimahara. É incrível como por falta de conhecimento temos uma ideia errada das coisas. Já imaginava que em alguns aspectos este país estava a nossa frente, só não imaginava que seriam tantos. Muito bom.. Parabéns!!

    Reply
    • boramorarfora on junho 12, 2017

      Olá Waldemar, tudo bem?
      Muuito obrigada pelo seu comentário.
      Fico feliz que o post tenha te ajudado a conhecer um pouco melhor esse país maravilhoso.
      Um beijo enorme,
      Taíssa Souza

      Reply
  • silvana on junho 12, 2017

    Ola, meu filho vai ficar 6 mese estudando na universisade de Stellenbosch , tem agumas dicas de onde ele morar.
    obrigada

    Reply
  • Carla Nuto on junho 12, 2017

    Olá,
    você tem o contato do Shima ? Gostaria de uma dica de brasileiro que trabalhe com turismo na cidade do cabo. Ou você tem ?
    Grata,
    Carla

    Reply

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