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Portugal Viajando em Família

“MORAR EM PORTUGAL: VISTO D2 – EMPREENDEDORES”

MORAR EM PORTUGAL: VISTO D2 - EMPREENDEDORES

Hoje a entrevista é com o Giovani Oliveira. Ele, que saiu do Brasil e foi morar em com o visto D2 em Portugal, explica o passo a passo para quem está pensando em empreender no país, explica como foi para ele mudar de ramo de atuação após ter o visto em mãos e dá dicas sobre o processo.

 

Confira abaixo o vídeo na íntegra da nossa entrevista sobre visto D2 em Portugal:

Se preferir a leitura, segue abaixo um resumo detalhado do nosso bate-papo:

 

MOTIVAÇÃO

Giovani conta que sua principal motivação foi dar um ensino de qualidade para sua filha. Pois, estatísticas mostram que a educação em diversos países da Europa é melhor do que a do Brasil.

Além disso, ele explica que a insegurança que o país está vivendo também faz parte desta decisão. Porém, por não viver em uma cidade tão violenta como as grandes capitais, o ponto crucial foi o ensino.

 

PRIMEIRO PASSO

Segundo Giovani, o primeiro passo foi pesquisar bastante. Se planejar para fazer essa mudança de forma consciente, buscando minimizar os riscos de dar errado.

“Sem planejamento, você corre o risco de morar em qualquer país que seja e simplesmente depois de alguns meses se deparar com uma situação em que você tem que regressar ao Brasil por falta de planejamento.”

 

 POR QUE ESCOLHEU PORTUGAL?

Ele conta que foi uma forma de minimizar as dores da mudança. Pois, Portugal tem qualidades que outros países não têm.

  • a cultura: que apesar das diferenças ela é bem similar a brasileira;
  • a língua: que por ser a mesma facilita na adaptação do idioma;
  • o ensino: que tem um reconhecimento mundial;
  • a receptividade ao imigrante brasileiro: pois o país é carente de mão de obra qualificada devido a muitos portugueses emigrarem para outros cantos na Europa em busca de melhores condições salariais.
  • o custo de vida: que, tirando o aluguel, o valor dos serviços e dos produtos em Portugal é justo e melhor do que no Brasil.

“Uma família com três pessoas que ganha de 1.300 à 1.500 euros já consegue viver muito tranquilamente.”

DIFERENÇAS CULTURAIS

OBJETIVIDADE PORTUGUESA

Segundo Giovani, o povo português é extremamente educado e cordial.

“Adoram crianças de uma forma geral. Sempre que eu estou passeando com a minha filha eles brincam com ela, fazem um afago na cabeça… são muito cordiais.”

Porém, diferente do brasileiro, eles são mais objetivos. Não rodeiam muito para falarem o que pensam.

Por isso, muitas pessoas veem essa atitude de forma ruim. Mas, Giovani conta que DE FORMA ALGUMA eles são grosseiros, é apenas um jeito de ser mais direto.

ALIMENTAÇÃO

Ele explica que para quem é mineiro e gosta de carne acaba sendo um choque. Pois, muitos tipos de pratos portugueses são muito baseados em frutos do mar.

Como para ele isso não era comum em seu dia a dia, a mudança foi grande.

“cria uma dificuldade na hora de ter um certo entrosamento entre comida brasileira e portuguesa.”

 

DIFICULDADES

Giovani explica que ainda não enfrentou nenhuma grande dificuldade.

Segundo ele, recebeu uma super ajuda da Simone Bergamin, uma brasileira que mora em Portugal e ajuda outras pessoas que querem ir morar por lá.

Por ter tido essa assistência, ele diz que foi muito bem preparado para todo o processo de mudança! Hoje, conta que se tornou um grande amigo da Simone e, volta e meia, ainda pede ajuda a ela.

 

VISTO D2 EM PORTUGAL

Giovani explica que o visto D2 é voltado para empreendedores.

Segundo ele, é um visto muito bem aceito pelos portugueses devido ao país sofrer com a imigração de pessoas qualificados que buscam salários melhores em outros cantos da Europa.

“Com isso, criam-se lacunas no país em diversos seguimentos diferentes.”

Em sua visão, Portugal está aberto a empreendedores.

PRÉ REQUISITOS PARA O VISTO D2 EM PORTUGAL

Para o visto D2 ser aprovado, Giovani explica que é preciso:

  • ter uma empresa aberta em Portugal – o que antes não era necessário, mas agora é um dos pré requisitos.
  • ter um plano de negócios – para demonstrar a viabilidade do negócio, a seriedade do investimento e sua relevância econômica, social, científica, tecnológica ou cultural para o país.
  • ter um planejamento financeiro – que comprove a saúde financeira da empresa;
  • apresentar documentação e formulários exigidos pelo consulado – específicos ao visto D2;
  • ter comprovações profissionais – estudo e atuação no ramo em que ira atuar (cursos de especialização dentro do segmento, currículos, experiências em carteira de trabalho, entre outros).
  • comparecer ao consulado – entrevista individual para análise e perguntas finais.

Segundo Giovani, a maior taxa de sucesso dos vistos D2 está ligada a questão do “background profissional” da pessoa em relação ao ramo que ela quer abrir.

Porém, ele explica que, se a pessoa tem um ótimo plano de negócios, ou comprou uma empresa que já existe através do que eles chamam de “trespasse”, você tem chance de aprovação do visto D2.

“Pois você está pegando uma empresa que já está funcionando.”

Mas ele reforça que o ideal, e o solicitado pelo consulado, é que você tenha conhecimento sobre o ramo de atividade que você vai desempenhar.

PERMISSÃO DE TRABALHO PARA O CÔNJUGE

Segundo Giovani, sua mulher, Lilian, pode ter sim a permissão de trabalho.

Ele explica que as pessoas que chegam junto ao portador do visto D2 entram em um conceito chamado “Reagrupamento Familiar”.

“Para que o cônjuge possa trabalhar de fato, antes ele precisa passar pelo SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) e pegar a autorização de residência.”

Em posse desta permissão, a pessoa pode a trabalhar em qualquer emprego em Portugal.

Porém, Giovani explica que esse processo leva tempo. Segundo ele, após o requerimento, demora mais ou menos dois meses para marcar o dia da entrevista e apresentação dos documentos.

Então, é só ficar ligado nestas datas.

REQUISITO PARA ESSA APROVAÇÃO

Ele explica que, para ser aprovado, é preciso garantir que a família tem dinheiro suficiente em conta portuguesa para fazer esse reagrupamento familiar.

Ou seja, comprovar que não precisará do governo caso algo ocorra.

Para isso, o portador do visto D2 deve comprovar que tem 12 meses de:

  • 100% do salário mínimo vigente, para ele;
  • mais 50% do salário mínimo vigente, para o cônjuge (se tiver);
  • mais 30% do salário mínimo vigente para cada filho menor de 21 anos – porém, filhos entre 18 e 21 anos, só entram no reagrupamento como dependentes se estiverem matriculados em uma universidade em Portugal.

Hoje, como o salário mínimo está 580 euros. Tomando a família do Giovani como exemplo, o valor necessário para se ter em conta é de aproximadamente 13 mil euros.

É PRECISO ESTAR EM PORTUGAL PARA ABRIR O NEGÓCIO?

Segundo ele, é possível ir a Portugal como turista e dar entrada no processo para criar uma empresa por lá.

Porém, como você terá que retornar ao Brasil para pedir o visto D2, caso você não queira ter mais esse gasto, ele explica que não tem problema fazer isso no Brasil dando uma procuração a uma empresa especializada ou a um contador.

“Diante disso, você pode fazer a solicitação do visto D2 junto ao consulado português no Brasil.”

 

O PROCESSO

Giovani conta que preferiu ir antes para Portugal sentir o mercado antes de abrir um negócio.

“Até acho que essa é a melhor opção.”

Chegando lá, Giovani conta que aproveitou os 10 dias de viagem para:

  • conhecer melhor o público, o clima e o tipo de região;
  • abrir o processo com o contador;
  • criar a empresa;
  • abrir a conta jurídica;
  • abrir a conta física;
  • conhecer fornecedores ligados ao ramo de atividade.

Com tudo certo, ele retornou ao Brasil para dar entrada a seu processo junto ao consulado.

 

O NEGÓCIO

Apesar de ter ido com a ideia de atuar no ramo têxtil, Giovani acabou mudando e, hoje, está no segmento imobiliário.

Seu projeto, “Chaves na Mão“, ajuda brasileiros a encontrar um imóvel para morar ainda do Brasil.

Ou seja, você elimina o “perrengue” e preocupação de ter que encontrar um apartamento enquanto está pagando caro com Hotel e Airbnb.

“Além do tempo, é um estresse muito grande, pois você chega cheio de mala e não pode nem desfazer enquanto está buscando um imóvel.”

Clique aqui para entrar em contato com o Giovani!

TROCA DE RAMOS DE ATUAÇÃO

Segundo Giovani, diferente do Brasil, em Portugal você não precisa ficar ligado a apenas um ramo de atuação. Ou seja, em um único “CNPJ” você pode ter diferentes modelos de negócios.

“Aqui em Portugal você pode ter uma empresa que presta até 20 diferentes atividades.”

As burocracias são ligadas apenas a licenças, pois a cada tipo de negócio tem uma autorização específica.

 

CONSELHO PARA QUEM ESTÁ INDO AGORA

Giovani explica que o principal é o planejamento.

Segundo ele, o país precisa da mão de obra, principalmente de empreendedores. Por isso, quem chega para empreender com um bom planejamento, é muito bem recebido e consegue fazer o negócio decolar.

“Com planejamento você consegue chegar a Portugal e ter sucesso.”

DICA PARA SE PLANEJAR

Ele indica seguir canais no youtube e entrar em grupos do facebook que dão um bom direcionamento para quem quer ir morar fora do país.

“Em cada história há nuanças que podem se encaixar ao seu perfil.”

Para ele, ir sem planejamento é “dar um tiro no pé”. Pois, vê muitas pessoas que foram morar em Portugal sem a devida programação e, hoje, alguns anos depois, ainda estão irregulares no país.

Ele fala que esses imigrantes brasileiros estão enfrentando muitas dificuldades, pois são privados de diversos benefícios como:

  • moradia em seu nome;
  • médico de família;
  • trabalho;
  • entre outros.

“Eu vim tão planejado que hoje eu vejo que vir sem planejamento é uma forma muito errada de sair do país.”

Gostou da entrevista? Calma que ainda tem mais! Na próxima parte o Giovani vai falar com propriedade sobre o mercado de imóveis em Portugal!

Então fica de olho no Bora Morar Fora para ser avisado assim que a próxima parte sair! Vai lá e curta a nossa página no Facebook e se inscreva lá no Canal do Youtube.


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