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“Morar em Portugal: Vistos que dão Residência para Brasileiros”

Morar em Portugal: Vistos que dão Residência para Brasileiros
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O quadro de hoje do “Bora Falar Sério” é com o Gustavo Strobel, da Strobel e Santos. Uma equipe de consultores, contadores e advogados que são especializados em ajudar brasileiros a tirarem o tão sonhado visto que dá a residência para ir morar em Portugal.

Gustavo fala com propriedade sobre os tipos de vistos e a relação entre eles. Explica como funciona o sistema de pagamento de impostos e dá muitas informações importantes durante o bate-papo.

Confira abaixo o vídeo da nossa entrevista sobre os vistos que dão residência para brasileiros:

 

VISTO GOLD

Gustavo explica que, o Gold é o visto mais famoso e, no início, era o único em que os brasileiros pensavam quando o assunto era tirar a residência em Portugal.

Dentre todos os outros, para adquirí-lo é preciso fazer um investimento pesado, de cerca de 350 a 500 mil euros. Porém, a grande vantagem é que, com ele aprovado e em mãos, é possível morar em qualquer país da união européia.

Gustavo conta, que a “manutenção” deste visto também é mais cara comparada aos outros.

Enquanto no Gold o custo anual do cartão de residência de cada membro da família é de 3 a 5 mil euros, no D7 custa apenas 37 euros.

“A manutenção do status de residente é quase cem vezes mais cara. “

 

VISTO D7 – APOSENTADOS OU RENDAS PRÓPRIAS

Segundo Gustavo, esse é um visto que requer um investimento menor, porém é preciso ter renda passiva de pelo menos 4 mil reais por mês.

Por isso, é visto muito comum para brasileiros aposentados que querem morar em Portugal.

APOSENTADOS

Gustavo explica que, para se candidatar ao visto D7, a lei pede que você tenha pelo menos um salário mínimo português, que seria cerca de 580 euros.

Mas, para o visto ser aprovado, ele explica que estão pedindo um pouco mais.

“Na prática eles estão pedindo mais do que isso… em torno de mil euros.”

TITULARES DE RENDAS PRÓPRIOS

Para solicitar o D7 rendas próprias, é necessário que você comprove renda de passiva 4 mil reais mensais no Brasil.

Gustavo conta que, até pouco tempo, as pessoas pensavam que não era possível requerer esse visto por rendas próprias.

“Hoje, sabendo formatar direito o pedido do visto D7, rendas próprias, ele sai!”

Se você quer ver a história real de um brasileiro que foi com a sua família para Portugal através deste visto, clique aqui!

 

D2 – VISTO PARA EMPREENDEDOR

Se você quer abrir uma pequena empresa em Portugal, Gustavo diz que o D2 é o seu tipo de visto!

Para solicitá-lo é preciso investir um capital inicial de apenas 5 mil euros para a abertura.

Apesar de terem casos de pessoas que conseguiram o visto investindo um montante menor, Gustavo diz que não é comum e, por isso, não aconselha.

Segundo ele, o governo está mais rigoroso devido a muitas pessoas terem aberto empresas de fachada apenas para ganhar a residência e, na verdade, chegar em Portugal e trabalhar como subordinado de empresas portuguesas.

“Ou seja, tirando emprego de portugueses.”

PARA ONDE VAI O INVESTIMENTO?

Gustavo informa que, vale lembrar que o dinheiro depositado é da sua empresa, ou seja, seu! O montante é diretamente depositado na conta do empreendimento.

É POSSÍVEL ABRIR A EMPRESA AINDA NO BRASIL?

O governo dá a opção de abrir a empresa de forma online, o que dá para ser feito ainda do Brasil.

E, a grande vantagem é que, você acaba poupando o valor da passagem caso o visto não saia.

CASO REAL

Como exemplo, Gustavo conta a história de um tocador de arpa em casamentos, que buscou a Strobel & Santos para solicitar esse tipo visto. O músico juntou 5mil euros, seguiu todos os passos da consultoria e conseguiu tirar o visto.

EXIGÊNCIAS DO VISTO D2

Diferente do visto D7, Gustavo conta que o D2 têm algumas requisitos a mais. Abaixo, alguns citadas por ele:

  • É preciso contratar um contador.
  • Tem uma maior exigência de documentação
  • Há custos de cerca de 380 euros de manutenção mensal enquanto aguarda a aprovação do visto.

D1 – VISTO SUBORDINADO

Se, sua qualificação profissional está em falta em Portugal, como é o caso de quem é formado em TI, esse visto é para você.

E, a boa notícia, é que o investimento para ele é muito baixo.

Segundo Gustavo, sabendo aplicar de forma correta, o visto tem uma aprovação legal. Porém, as chances não são as mesmas dos vistos Gold, D7 e D2.

Ele explica que a razão é simples. Nestes três vistos você está levando dinheiro para Portugal e no D1 você está recebendo dinheiro do país e tirando o emprego de um cidadão português.

Apesar do consulado não gostar nada disso, Gustavo explica que, o governo reconhece que faltam alguns tipos de profissionais qualificados para aquecer a economia portuguesa.

Ele conta que, as chances de aprovação aumentam ainda mais se o profissional for altamente qualificado. Ou seja, caso você tenha um mestrado ou seja um PHD, é possível pleitear seu pedido fazendo uso desse status.

Porém, Gustavo ressalta que, para iniciar o processo do visto D1, é preciso ter uma carta convite de uma empresa ou uma promessa de emprego em Portugal.

Ele explica que, a formatação final dos documentos é essencial para aumentar as chances de aprovação, e é aqui que a contratação de um escritório pode fazer a diferença.

CIDADANIA PORTUGUESA

Ao contrário do que as pessoas pensam, Gustavo conta que não basta comprar um apartamento de 500 mil euros ou abrir um negócio para virar Europeu. É preciso manter a residência de 5 anos no país para depois requerer a cidadania.

Segundo ele, Portugal está aceitando estrangeiros que vão ajudar o crescimento econômico do país através do pagamento de impostos.

“Portugal está te dando a residência para você ajudar a carregar o piano, que são os aposentados… Eles querem que vocês paguem os impostos. É isso que te faz ficar no país.”

 

PAGAMENTO DE IMPOSTOS EM PORTUGAL

Gustavo explica que, entender toda a burocracia por trás dos impostos não é simples. Como cada caso é um caso, o ideal é buscar um e um advogado tributário especialista para tratar do seu específico.

Porém, em linhas gerais, ele conta que você precisa pagar em Portugal pelos impostos do que você fatura por lá. E, dá a boa notícia que não se paga imposto duas vezes pelo mesmo motivo.

“Não há bitributação.”

ENTENDA COM EXEMPLOS

Abaixo, Gustavo ilustra melhor com exemplos como funcionam os tributos para brasileiros que vão morar em Portugal.

  • Se você tem um AIRBNB em Portugal e está morando por lá, você precisa pagar o imposto em Portugal.
  • Se você tem um AIRBNB no Brasil e está morando em Portugal, enquanto você estiver declarando esse imóvel no imposto de renda brasileiro, você não precisa pagar imposto em Portugal.

Ele informa que, o problema para esse segundo caso ocorre quando você faz sua saída definitiva do Brasil.

Depois de um certo período morando fora, você perde seu direito a residência fiscal e seu CPF fica suspenso.

Neste novo cenário, você não estará mais declarando seus impostos sobre seus bens do Brasil e, para receber esse montante em sua conta de Portugal, terá que pagar o valor dos impostos de lá – o que para uma pessoa física as tributações sobre o montante total chegam a quase 50%.

“Se você ganhou o sonho da cidadania e virou europeu, maravilha, mas a Europa tem um sistema de taxas brutal.”

Gustavo fala que, é preciso ter cautela nesta parte e buscar um profissional que saiba lidar com questões tributárias. Pois, a boa notícia, é que há meios legais de pagar menos impostos.

“…você pode perder muito dinheiro com impostos.”

Além disso, Gustavo conta que, para aposentados que moram no exterior, também há meios legais de não precisar pagar o imposto de 25% exigido pela Receita Federal Brasileira.

PRIMEIROS PASSOS PARA QUEM QUER TIRAR UM DOS VISTOS ACIMA

Abaixo, Gustavo lista o que é importante para quem está pensando em iniciar o processo de visto para Portugal:

1- Estudar e entender qual o melhor tipo de visto para você, dentro das suas condições.

Se você vai aplicar para o visto

  • D2: é preciso estudar como abrir uma empresa em Portugal.
  • D7: entenda se você têm como comprovar os rendimentos necessários.
  • D1: é preciso ir atrás de uma promessa de trabalho como turista ou buscar um emprego através da internet.

2- Preparar a documentação para entrevista com o consulado.

3- Contratar um bom escritório para analisar o seu perfil e formatar o seu pedido – o que aumentará suas chances de sucesso.

Gustavo explica que, a grande vantagem de ser assessorado por um bom escritório é que eles entendem como funciona a cabeça do consulado, sabem quais consulados processam o visto melhor no Brasil e como aplicar adequadamente.

Pois, as vezes, você pode acabar entregando mais do que eles estão pedindo e tirando o foco do que é importante ou, até mesmo, deixando de lado algo que faria a diferença para aprovação do visto.

 

STROBEL & SANTOS

A Strobel & Santos é uma equipe de consultores, contadores e advogados especializada em ajudar brasileiros com diversos serviços relacionados a morar em Portugal.

Entre eles estão:

  • Tirar vistos que concedem a residência;
  • Obtenção da cidadania;
  • Auxílio na equivalência de diplomas universitários;
  • Assistência para abertura empresas – incluindo plano de negócios;
  • Orientação contábil e Fiscal em Portugal.

Hoje, se você seguir todas as orientações da equipe, eles garantem que você conseguirá o visto. Caso contrário, te devolvem 100% do valor investido com o escritório.

Gustavo conta, que eles mantém um percentual de 98% de aprovação para os vistos Gold, D2 e D7. Só não é 100% devido a alguns fatores humanos. Pois, com a documentação toda correta, depende apenas do funcionário do consulado dar a aprovação ou não.

SE PREPARANDO PARA MORAR FORA

Gustavo diz que, no mínimo, você precisa ter um capital. Porque, demora um pouco para se adaptar ao país.

Ele recomenda, cerca de 5 mil euros de subsistência para período de adaptação e, explica que o dinheiro acaba rápido com aluguel do apartamento e com o depósito de meses adiantados exigidos pelos locatários.

“Só ai já morreu 2.500 euros.”

Para quem é mais “guerreiro” e topa ir em um ritmo mais “low-cost”, Gustavo diz que é possível alugar apenas o quarto de uma residência, o que acaba barateando a estadia.

“Sairia a mais ou menos uns 600 euros.”

Ele explica que, além da preparação financeira, é muito importante estar preparado mentalmente para as adversidades, pois não é o mar de rosas que as pessoas pintam.

Abaixo, Gustavo dá algumas dicas para essa preparação.

  • Traçar um rumo do que você pretende fazer quando chegar lá.
  • Ler em blogs e sites na internet sobre as dificuldades enfrentadas por quem já passou pelos caminhos que você pretende seguir.

“A parte que vai te pegar é a que você não se preparou.”

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Sentiu confiança? Acha que a Strobel & Santos consegue te ajudar na sua Jornada? Abaixo os contatos da empresa:

  • E-mail: geral@strobelesantos.com.pt
  • Whatsapp: +351 910 633 202
  • Telefone: +55 41 3077-0928

Se for entrar em contato com eles, não esquece de comentar que foi através do Bora Morar Fora! Assim, você ajuda a manter o blog ativo gerando cada vez mais valor 😉

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